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Integrar com o Mover.Glass

O Mover.Glass é o MES que roda o chão de fábrica de vidro: recebe as peças que o seu sistema pediu, programa, acompanha por cada máquina e diz onde cada uma está.

Esta documentação cobre uma superfície: /api/v1/integration/. Três endpoints, uma chave de API e um formato de arquivo.

O que é seu, e o que é nosso

Integração costuma dar errado porque ninguém escreveu de quem é cada parte. Então aqui está.

ResponsabilidadeDe quemO que significa
A chave de negócioSuaO código de barras identifica a peça. Você escolhe, você é dono, e é por ele que você pergunta pela peça depois
Não duplicarNossaMandou o mesmo código duas vezes, a segunda é ignorada, não duplicada
Repetir o envioSuaSe a rede cair, mande de novo. Isso é seguro por desenho
Dizer o que aconteceuNossaToda peça enviada volta com um desfecho, e toda recusa volta com um motivo
Corrigir o dadoSuaNós recusamos dado ruim e dizemos por quê. Nunca chutamos um valor plausível

A última linha merece ser lida duas vezes. Se uma medida não pode ser lida com certeza, a peça é recusada com motivo — ela não vira zero, e não vira "perto o suficiente". Peça recusada é um aviso sobre o qual você pode agir; peça corrigida em silêncio é vidro cortado no tamanho errado.

O que não faz parte deste contrato

Tudo fora de /api/v1/integration/.

O Mover.Glass tem muitos outros endpoints. Eles servem nossas próprias telas e o aplicativo, mudam sem aviso, e não estão documentados aqui. Se você precisa de algo que não está nesta superfície, peça para colocarmos aqui em vez de chamar uma rota interna — rota interna que funciona hoje é coincidência, não promessa.

Sobre os nomes

Rotas, campos de JSON e valores de enum estão em inglês — e só aqui. Tudo dentro do Mover.Glass continua em português, porque quem lê aquele código todo dia é o time, e o vocabulário da vidraçaria brasileira é mais preciso que a tradução dele.

A tradução acontece nesta fronteira e em lugar nenhum mais. É de propósito: um lugar para mudar, um lugar para errar.

Os nomes são estáveis. Se um dia mudarem, isso é v2 — o v1 continua no ar, porque ninguém deveria ter que migrar ao mesmo tempo que o servidor é atualizado.

Por onde começar

  1. Autenticação — pegar uma chave e confirmar que funciona
  2. Enviar peças — uma peça, ou um pedido inteiro
  3. Formato do arquivo — as colunas, e como os números são lidos
  4. Situação da produção — ler de volta onde está cada peça